O pensamento de morte fugia porque eu estava concentrada demais no foco da Canon, tentando registrar a destreza do velho Braz evitando o choque com as pedras do Jari, cheio de piranhas ávidas por sangue e carne, nos perigosos 25 km de corredeiras na divisa do Amapá e o Pará.
Em mais de 40 anos de algumas viagens à Amazônia, esta foi uma das mais sensacionais experiências que o jornalismo e a rede de solidariedade dos colaboradores do trabalho de campo me proporcionaram.